Devaneios sobre um dia terrível para a humanidade

Nós recebemos e compartilhamos notícias ruins todos os dias: acidentes, assassinatos, desastres, assaltos e corrupção. Chegamos a um ponto em que ficamos acostumados com tanta tragédia e desgraça, e esse horror diário acaba banalizado. No entanto, essa nossa apatia tem limite. E esse limite foi extrapolado semana passada.

Com o ataque à universidade queniana e a morte do menino Eduardo, o mundo ficou mais feio, mais triste e muito menos humano. É impossível e inaceitável ver um grupo de pessoas entrar em uma universidade e matar 148 pessoas por causa de uma religião. É inconcebível imaginar uma criança de 10 anos sendo morta na frente de casa por um policial. A tolerância desapareceu, o bom senso sumiu e quem deveria nos proteger – Estado e Polícia – é, muitas vezes, quem nos fere.

As fotos dos corpos ensanguentados dos estudantes nas salas de aula da Universidade de Gerissa são uma afronta a toda a humanidade. Os gritos desesperadores da mãe de Eduardo ecoam na cabeça de cada brasileiro, cada ser humano. E nessas horas, fica aquela impressão devastadora de que o homem está perdendo uma batalha contra ele mesmo.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s